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Brasileiro deportado duas vezes em três meses reitera: 'Faria tudo de novo, mas não sob Trump'

Benny Shelter, um brasileiro deportado duas vezes em três meses, chegou ao Brasil em 7 de fevereiro após dificuldades em sua travessia clandestina. Ele pagou 25 mil dólares para atravessar a fronteira e buscava trabalho na construção civil. Detido pela segunda vez ao tentar viajar de avião, passou 59 dias em prisão antes de ser deportado novamente. Apesar das dificuldades, ele não teme a experiência e considera voltar, embora afirme que não retornaria enquanto Trump estiver no poder. O governo brasileiro ofereceu acolhimento humanitário aos deportados, incluindo alimentos e suporte profissional.

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Duelo entre o 'Bolsonaro chileno' e a candidata comunista no Chile

Neste domingo, ocorre o segundo turno das eleições presidenciais no Chile, com o ultradireitista José Antonio Kast enfrentando a comunista Jeannette Jara. É a primeira vez que o voto é obrigatório no país, e Kast lidera as pesquisas com mais de dez pontos de vantagem. Contudo, o destino dos cinco milhões de eleitores indecisos ainda é incerto e apresenta um desafio. Jara promete criar uma receita vital mensal para famílias vulneráveis, enquanto Kast foca em temas de segurança, imigração e austeridade fiscal, tentando assegurar a vitória em uma disputa marcada por intenso antagonismo político.

Professor da USP é preso nos EUA após incidente com arma de chumbinho

Carlos Portugal Gouvêa, professor da USP e visitante em Harvard, foi preso nos EUA após seu visto revogado por disparar uma arma de chumbinho próximo a uma sinagoga em Massachusetts, na véspera do Yom Kippur. O governo Trump classificou o episódio como um 'incidente de tiro antissemita', embora a polícia local e a sinagoga tenham afirmado que não houve motivação antissemita. Gouvêa, que já havia resolvido uma acusação de disparo ilegal, está em liberdade condicional e concordou em deixar o país. A prisão ocorreu em meio a pressões políticas sobre Harvard.

Trump anuncia suspensão permanente da migração de países do terceiro mundo

Donald Trump anunciou, em 27 de novembro de 2025, a intenção de suspender permanentemente a migração de pessoas de países considerados do 'terceiro mundo'. Esse anúncio aconteceu um dia após um ataque que feriu dois militares em Washington. O presidente utilizou suas redes sociais para afirmar que essa medida visa permitir a recuperação do sistema migratório dos Estados Unidos. Além disso, ele ameaçou revogar vistos concedidos durante o governo de Joe Biden e deportar pessoas que não sejam consideradas produtivas para a nação. A postura reforça suas políticas anti-imigração no segundo mandato.

EUA reexaminam green cards após ataque em Washington e intensificam controle sobre imigração

Os Estados Unidos decidiram reexaminar todos os green cards emitidos para cidadãos de 19 países, após um ataque que deixou dois membros da Guarda Nacional em estado crítico, conforme solicitado pelo presidente Donald Trump. O diretor do USCIS anunciou que a medida é parte de um esforço mais amplo para reforçar a segurança da imigração. Os países em análise incluem, entre outros, Afeganistão, Irã e Venezuela. Desde a retirada das tropas americanas do Afeganistão em 2021, mais de 190 mil afegãos se reestabeleceram nos EUA, levando o governo a revisar também os casos de asilo aprovados anteriormente.

Por que 'Wicked: Parte 2' é um filme politicamente impactante

A sequência de 'Wicked', intitulada 'Wicked: Parte 2', explora temas políticos relevantes, ressaltando a relação entre Glinda e Elphaba em um mundo onde a opressão e a manipulação do poder contrastam com a liberdade. No filme, o Mágico de Oz, que inicialmente parece uma figura respeitada, revela-se um manipulador que silencia os animais encantados e marginaliza Elphaba, a bruxa de pele verde. Questões como imigração e rejeição aos diferentes são evidentes, refletindo a realidade política contemporânea, além de evocar discussões sobre controle de informações e quem tem a verdadeira voz na sociedade.

Chile em destaque: eleições presidenciais focam em segurança e imigração

No Chile, mais de 15,6 milhões de eleitores comparecerão às urnas neste domingo (16) para escolher o próximo presidente do país, além de deputados e senadores. A candidata de esquerda Jeannette Jara lidera as intenções de voto para o primeiro turno, mas pesquisas sugerem que os candidatos da direita, como José Antonio Kast e Johannes Kaiser, podem vencer um segundo turno. As eleições deste ano ocorrem em meio a preocupações com a segurança, com propostas centradas no combate à criminalidade e na imigração. O novo presidente assumirá o cargo em 11 de março de 2026.

Apple remove aplicativos de imigrantes a pedido de Trump

Atendendo a um pedido do presidente Donald Trump, a Apple retirou da App Store o aplicativo ICEBlock, amplamente utilizado por imigrantes para monitorar a presença de agentes do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) nos Estados Unidos. O anúncio ocorreu em 2 de outubro de 2025, com a alegação de que o app representava riscos à segurança dos agentes do ICE. A Casa Branca, através da advogada Pam Bondi, afirmou que a remoção visava proteger os profissionais que trabalham na área de imigração, em meio a um aumento significativo na deportação de imigrantes brasileiros.