Guilherme Boulos, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, criticou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) por acusá-lo de promover 'terrorismo econômico' ao defender o fim da jornada de trabalho 6x1. Ele ressaltou que a CNI utiliza esse discurso sempre que avanços trabalhistas são discutidos, comparando-o a resistências históricas a direitos como salário mínimo e férias remuneradas. Boulos acredita que a mudança pode beneficiar a qualidade de vida e a produtividade, enquanto o presidente da CNI, Ricardo Alban, reconheceu a importância da redução, mas alertou sobre os custos que poderiam ser repassados aos consumidores.