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América Latina em choque: apoio e repúdio aos ataques dos EUA ao Irã

Os governos da América Latina estão divididos em relação aos ataques dos Estados Unidos às instalações nucleares do Irã. Enquanto Javier Milei da Argentina e Santiago Peña do Paraguai manifestaram apoio aos EUA, líderes como Gabriel Boric do Chile e Gustavo Petro da Colômbia condenaram as ações, destacando a ilegalidade da operação. O Uruguai expressou preocupação quanto à escalada da violência, enquanto Nicolás Maduro da Venezuela e Luis Arce da Bolívia repudiaram o ocorrido de forma contundente. A posição variada das nações indica um cenário complexo nas relações internacionais, gerando preocupação pela segurança regional.

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Ranking de corrupção na América Latina: Brasil em 9º lugar

  • O Índice de Percepção de Corrupção classifica 182 países, com Brasil na 9ª posição com 35 pontos.
  • Uruguai lidera a América Latina com 73 pontos, enquanto países como Venezuela e Sudão do Sul têm as piores notas.
  • Transparência Internacional destaca a corrupção como entrave para melhorias nas condições de vida na região.

Lula defende Cuba e Venezuela e critica pressão dos EUA em evento do PT

  • Lula defende solidariedade a Cuba e Venezuela durante evento do PT.
  • Critica a pressão dos EUA sobre o Brasil para evitar cooperação com a China nas terras raras.
  • Afirma que a resolução da crise na Venezuela deve ser feita pelo povo venezuelano, não por Trump.

Laura Fernández é a nova presidente da Costa Rica com promessa de continuidade

  • Laura Fernández, da direita, é eleita presidente da Costa Rica, prometendo continuidade às políticas de segurança de Rodrigo Chávez.
  • Com quase metade dos votos apurados, ela liderava as pesquisas e venceu no primeiro turno, evitando um segundo turno previsto.
  • O apoio de Fernández reflete uma tendência de vitória de candidatos de direita na América Latina, com foco na segurança e combate à criminalidade.

Celso Amorim alerta sobre a erosão das normas internacionais e a insegurança global

Celso Amorim, assessor do presidente Lula, revela no artigo da The Economist que a erosão das normas internacionais cria um cenário de crescente insegurança global. Ele aponta o sequestro do presidente Maduro, em Caracas, como um símbolo da desestabilização da paz sul-americana, considerando que movimentos de força estão desafiando tradições históricas da região. Amorim compara o evento a crises passadas e enfatiza que a política internacional se torna cínica e brutal. Para contrabalançar essa dinâmica, defende diversificação de parcerias e a preservação dos princípios de soberania e não intervenção nas relações internacionais.

Lula se ausenta da assinatura do acordo UE-Mercosul no Paraguai

O presidente Lula não participará da assinatura do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, marcada para o dia 17, no Paraguai. Apesar de ser um forte apoiador do acordo, que promete criar uma das maiores zonas de livre comércio do mundo, sua ausência se deve à reprogramação do evento que foi inicialmente planejado como ministerial. Apesar disso, Lula se reunirá com líderes europeus em um evento anterior no Rio de Janeiro, destacando seu papel importante na promoção do tratado, que é contestado por oposição de agricultores europeus.

Trump e a nova doutrina Monroe: Uma mensagem clara para a China

A ação do governo Trump contra Nicolás Maduro na Venezuela é vista como uma nova manifestação da Doutrina Monroe, conforme analisa Grace Livingstone, autora de um livro sobre o tema. Esta versão atualizada da doutrina foca na contenção da influência da China na América Latina e reafirma o poder dos EUA na região. Livingstone explica que, ao contrário das justificativas anteriores de promover a democracia, a atual abordagem é uma defesa explícita dos interesses americanos, especialmente em relação ao controle de recursos como o petróleo. Isso representa uma mudança significativa na política externa americana.

Trump mira Brasil após agir na Venezuela, alerta especialista

O especialista Erick Langer, da Universidade de Georgetown, alerta que Donald Trump pretende influenciar as eleições no Brasil após sua recente operação militar na Venezuela. Ele menciona que Trump busca criar uma colônia econômica na Venezuela, priorizando a extração de petróleo por empresas americanas, independentemente do regime em poder. Langer afirma que essa interferência pode prejudicar a direita brasileira, pois o nacionalismo poderá prevalecer. Além disso, considera o Brasil um contrapeso essencial contra as investidas de Trump na América Latina, dado seu peso político e impacto histórico na região.