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Advogada argentina é punida por racismo no Rio de Janeiro

A Justiça do Rio de Janeiro decretou a apreensão do passaporte e a imposição de tornozeleira eletrônica a Agostina Paez, uma advogada argentina de 29 anos, por ofensas racistas a um funcionário de um bar em Ipanema. O incidente ocorreu durante uma discussão sobre um erro no pagamento, onde a advogada chamou o funcionário de 'negro' de forma pejorativa. Além disso, houve imitação de macaco e uso da palavra 'Mono', que tem conotação ofensiva em espanhol. A medida é uma cautela legal enquanto as investigações estão em curso.

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Cantor de funk Tonzão Chagas é preso por agredir esposa grávida no Rio

Ewerton Luiz da Silva Chagas, o cantor de funk conhecido como Tonzão Chagas, foi preso na noite de sábado (17) no Rio de Janeiro, após agredir sua esposa grávida, Débora Barreto. A Polícia Militar foi acionada para uma ocorrência de violência doméstica na Rua André Rocha, onde a vítima relatou as agressões, indicando que o marido estava visivelmente alterado. Tonzão foi levado à 32ª DP e autuado em flagrante por lesão corporal. Durante a audiência de custódia, sua prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva, enquanto a esposa permanece hospitalizada em estado abalado.

Esposa de Tonzão Chagas denuncia violência e pede justiça

Débora Barreto da Silva, esposa do cantor Tonzão Chagas, se manifestou após a prisão do marido por violência doméstica, ocorrida no último sábado. Ela relatou que Tonzão a ameaçou e tentou agredi-la, enfatizando que essa não foi a primeira vez que sofreu agressão. A defesa de Débora destacou a gravidade da situação, principalmente por tratar-se de uma mulher grávida, onde se requer maior cuidado e respeito. Enquanto isso, a equipe do cantor negou as acusações, afirmando que não houve agressão física e que o episódio foi apenas um incidente isolado, gerando polêmica na mídia.

Cela de Bolsonaro supera casas para famílias em SC

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi transferido para uma cela no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal que possui 54,7 metros quadrados, superando a área das casas que o governo de Santa Catarina planejou para famílias de baixa renda, com 47,88 metros quadrados. Além de um espaço maior que o da Superintendência da Polícia Federal, a nova cela oferece conforto, incluindo banheiro com chuveiro quente, cozinha equipada, ventilação, e tempo livre para atividades ao ar livre. Bolsonaro está cumprindo uma pena de 27 anos e 3 meses devido a uma tentativa de golpe.

Gilmar Mendes nega prisão domiciliar a Bolsonaro em decisão polêmica

O ministro Gilmar Mendes, do STF, rejeitou um pedido de prisão domiciliar em favor de Jair Bolsonaro, solicitado por um advogado não associado à sua defesa. O habeas corpus alegou a falta de condições médicas adequadas na cela onde Bolsonaro estava até sua recente transferência para um novo local, determinado por Alexandre de Moraes. Gilmar Mendes argumentou que a solicitação de habeas corpus por terceiros não era apropriada, dada a presença de defesa já estabelecida e atuante. A decisão reafirma a necessidade de respeitar as competências definidas, vinculando o processo ao juiz natural do caso.

Moraes se declara impedido e encaminha caso de Bolsonaro a Gilmar Mendes

Alexandre de Moraes, ministro do STF, declarou-se impedido de analisar um habeas corpus solicitado em favor de Jair Bolsonaro, devido a sua posição como autor da decisão que determinou a prisão do ex-presidente. O pedido, que pleiteia a prisão domiciliar de Bolsonaro, foi enviado a Gilmar Mendes, responsável por decidir sobre o caso. A defesa argumenta a necessidade de Bolsonaro receber cuidados especiais em casa, considerando seu estado de saúde. Moraes não pode decidir em casos de conflito de interesse enquanto atua como presidente do STF durante o recesso judicial.

Advogada relata descontentamento após remanejamento para ceder espaço a Bolsonaro

Uma advogada detida na Papudinha, Jéssica Castro de Carvalho, expressou sua insatisfação após ser transferida para dar lugar ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo sua defesa, as constantes mudanças de cela, determinadas pelo STF, provocaram abalo psicológico e desconforto físico à advogada, que anteriormente ocupava uma Sala de Estado-Maior. Após o remanejamento, Jéssica foi colocada em uma cela menor, próxima a outros detentos notáveis. Além disso, a detenta reclamou da falta de assistência médica e alegou ter passado mal logo após sua prisão, trazendo à tona as condições inadequadas do sistema prisional.

Delegada Presa por Ligação com PCC e Atuação Irregular como Advogada

A delegada Layla Lima Ayub foi presa em São Paulo sob suspeita de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC) durante a Operação Serpens, que também apura suas ações enquanto policial militar e advogada no Espírito Santo e Pará. Com registros na Ordem dos Advogados do Brasil, Layla moveu várias ações administrativas contra o Estado adaptando-se aos parâmetros legais. A investigação revela que ela se envolveu com a facção criminosa, sendo acusada de integrar organização criminosa e outros crimes, especialmente devido ao seu relacionamento com um membro do PCC.