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A onda de desinformação sobre o Banco do Brasil e suas consequências

Nos últimos dias, circulou nas redes sociais a fake news sobre a 'falência' do Banco do Brasil, supostamente provocada por sanções dos EUA. A Advocacia-Geral da União (AGU) acionou a Polícia Federal (PF) diante do temor de que essas informações gerassem pânico na sociedade e desestabilizassem o sistema financeiro nacional. Mensagens alarmistas começaram a surgir em grupos do WhatsApp, coincidente com os baixos lucros do banco e a recente atuação do STF contra questões envolvendo direitos humanos. A AGU investiga a disseminação desses conteúdos e identifica influenciadores envolvidos na campanha alarmista.

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Governo investiga fake news que ameaçam o Banco do Brasil

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva solicitou à Polícia Federal a investigação sobre a disseminação de fake news relacionadas ao Banco do Brasil, que estariam incitando clientes a retirar seus depósitos. A Advocacia Geral da União (AGU) identificou uma ação coordenada de publicações alarmistas que ameaça o sistema financeiro e pode resultar em uma corrida bancária. As fake news surgem em meio a polêmicas sobre sanções dos Estados Unidos a um ministro do STF. Deputados, como Eduardo Bolsonaro e Gustavo Gayer, estão entre os citados na disseminação desta desinformação.

Twitter/X solicita transferência de multas ao Banco do Brasil

Os advogados do Twitter/X solicitarão à Caixa Econômica Federal a transferência de R$ 28 milhões em multas para uma conta no Banco do Brasil. O pedido deve ser feito até segunda-feira, 7. O ministro do STF, Alexandre de Moraes, destacou que os depósitos foram realizados em uma conta incorreta, impedindo a liberação da plataforma. Em resposta, a defesa do Twitter/X alegou que seguiu as instruções fornecidas pelo Supremo e que a plataforma não foi intimada a realizar o pagamento na conta vinculada aos autos do processo, gerando incertezas para Elon Musk.